Page 20 - Revista SPORL - Vol 46. Nº3
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RESUMO DAS CARACTERISTICAS DO MEDICAMENTO
       1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO: KLACID® OD, comprimidos de libertação modificada. 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA: Claritromicina 500 mg/comprimido; Exci-
       pientes, ver 6.1. 3. FORMA FARMACÊUTICA: Comprimidos de libertação modificada. Comprimidos amarelos, ovaloides, de libertação modificada. 4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS: 4.1 Indicações
       terapêuticas: KLACID® OD é indicado no tratamento das infecções causadas por microrganismos sensíveis. As indicações são as seguintes: Infecções do tracto respiratório inferior, como por exem-
       plo bronquite e pneumonia. Infecções do tracto respiratório superior, como por exemplo sinusite e faringite. Infecções da pele e tecidos moles, como por exemplo foliculite, celulite e erisipela. Como
       acontece com outros antibióticos, recomenda-se a consulta das normas orientadoras relativas à prevalência de resistência local e respectiva prática clínica relativa à prescrição de antibióticos, antes de
       receitar KLACID® OD. 4.2 Posologia e modo de administração: Adultos: A posologia habitualmente recomendada para o KLACID® OD em adultos é de um comprimido de libertação modificada
       de 500 mg por dia, que deve ser tomado com alimentos. Nas infecções mais graves, a posologia pode ser aumentada para dois comprimidos de libertação modificada de 500 mg, numa única dose
       diária. A dose deve ser tomada diariamente à mesma hora. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros. A duração média do tratamento é de 6 a 14 dias. Crianças com mais de 12 anos: como
       para os adultos. Crianças com menos de 12 de idade: Usar Klacid Pediátrico Suspensão. Doentes com insuficiência renal: KLACID® OD não deve ser usado em doentes com insuficiência
       renal (clearance de creatinina inferior a 30 ml/min.). Neste grupo de doentes poderão usar-se os comprimidos de libertação imediata. (ver “4.3 Contra-Indicações”). 4.3 Contra-Indicações: A Claritro-
       micina é contra-indicada em doentes com hipersensibilidade conhecida aos antibióticos macrólidos. Não administrar Claritromicina e alcalóides da cravagem do centeio concomitantemente. Dado que
       não é possível reduzir a dose a partir dos 500 mg diários, o KLACID® OD é contra-indicado em doentes com clearance de creatinina inferior a 30 ml/min. Está contra-indicada a administração conco-
       mitante de Claritromicina com os seguintes fármacos: cisapride, pimozide e terfenadina. Foram descritos níveis elevados de cisapride, pimozide e terfenadina em doentes tratados concomitantemente
       com qualquer destes fármacos e Claritromicina. Poderão resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo fibrilhação ventricular e torsades de pointes. A Claritromicina não deve
       ser administrada em doentes com hipocalémia (prolongamento do intervalo Qtc). 4.4 Advertências e precauções especiais de utilização: A Claritromicina é essencialmente excretada pelo fígado.
       Portanto, deverá ser tomada precaução quando se administra o antibiótico em doentes com insuficiência hepática. Deverá também ser tomada precaução ao administrar a Claritromicina em doentes
       com insuficiência renal moderada a grave (Ver também “4.3 Contra- indicações”). Deverá ser tomada atenção à possibilidade de resistência cruzada entre a Claritromicina e outros antibióticos macrólidos,
       assim como com a lincomicina e clindamicina. Foi descrita colite pseudomembranosa com praticamente todos os fármacos antibacterianos, incluindo macrólidos, e que pode ser de gravidade ligeira ou
       até de compromisso vital. Pode ocorrer sobre infecção com microrganismos não sensíveis. Cada comprimido contém 115 mg de lactose. Esta quantidade provavelmente não é suficiente para induzir
       sintomas específicos de intolerância. 4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção: Sabe-se ou suspeita-se que os seguintes fármacos ou classes são metabolizados pela
       mesma isoenzima CYP3A: alprazolam, carbamazepina, cilostazol, cisapride, ciclosporina, disopiramida, alcalóides da cravagem do centeio, lovastatina, metilprednisolona, midazolam, omeprazole, anti-
       coagulantes orais (por ex. varfarina), pimozide, quinidina, rifabutina, sildenafil, simvastatina, tacrolimus, terfenadina, triazolam e vimblastina. Fármacos com interacção por mecanismos semelhantes
       através de outras isoenzimas no sistema do citocrómio P450 incluem fenítoina, teofilina e valproato. Como acontece com outros antibióticos macrólicos o uso de Claritromicina em doentes a tomar
       concomitantemente fármacos metabolizados pelo sistema do citocrómio P450 podem estar associados a aumentos nos níveis séricos desses fármacos (ver também “4.3 Contra-indicações”). Foram
       descritos casos de Torsades de Pointes que ocorreram com o uso concomitante de Claritromicina e quinidina ou disopiramida. Os níveis séricos destes medicamentos devem ser monitorizados duran-
       te o tratamento com a Claritromicina. Os efeitos da digoxina podem ser potenciados com a administração concomitante de Claritromicina. Deverá ser considerada a monitorização dos níveis séricos de
       digoxina. Não foram efectuados estudos de interacção com KLACID® OD e zidovudina. Se fôr necessária a administração concomitante de Claritromicina e zidovudina, deverá ser usada uma formula-
       ção de libertação imediata de Claritromicina. A Claritromicina antagoniza os efeitos bacterianos dos antibióticos beta-lactâmicos. Os efeitos da lincomicina e clindamicina também são antagonizados,
       pelo menos in vitro. O Ritonavir aumenta a área abaixo da curva (AUC), Cmax e Cmin da Claritromicina quando administrado concomitantemente. Devido à ampla janela terapêutica da Claritromicina,
       não será necessária redução da dose em doentes com função renal normal. Para doentes com função renal moderada (depuração da creatinina de 30 a 60 ml/min.) deverá ser feita uma redução na
       dose de 50%, resultando numa dose máxima de 1 comprimido de KLACID® OD por dia. KLACID® OD não deve ser usado em doentes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a
       30 ml/min.) dado que não é possível uma redução apropriada da dose com este produto. Deverão usar-se os comprimidos de Klacid de libertação imediata neste grupo de doentes (ver “4.3 Contra-
       Indicações”). Raramente foi descrita rabdomiolise com a administração concomitante de Claritromicina e inibidores da reductase HMG-CoA, como a lovastatina e simvastatina. 4.6 Gravidez e Aleita-
       mento: A segurança da Claritromicina para uso durante a gravidez e aleitamento de bebés ainda não está estabelecida. Com base nos resultados variáveis obtidos nos estudos efectuados em ratinhos,
       ratos, coelhos e macacos não pode ser excluída a possibilidade de efeitos adversos no desenvolvimento embriofetal. Consequentemente, não é recomendada a utilização durante a gravidez sem que
       os benefícios e riscos sejam cuidadosamente avaliados. A Claritromicina é excretada no leite humano. 4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas: Não existem dados sobre
       o efeito deste produto na capacidade de condução. Em caso de condução de veículos ou de utilização de máquinas, deverá ser considerada a possibilidade de ocorrência de tonturas. 4.8 Efeitos
       indesejáveis: Os efeitos secundários descritos incluem náuseas, dispepsia, diarreia, vómitos e dor abdominal. Foram descritas estomatite, glossite, monilia oral e alterações na cor da língua. Outros
       efeitos secundários incluem cefaleias e reacções alérgicas que podem ser desde urticária e ligeiras erupções cutâneas até anafilaxia e raramente Sindroma de Stevens-Johnson/necrólise epidérmica
       tóxica. Pode ocorrer alteração no paladar. Foram descritos efeitos secundários transitórios ao nível do sistema nervoso central, incluindo tonturas, vertigens, ansiedade, insónias, pesadelos, zumbidos,
       confusão, desorientação, alucinações, psicose e despersonalização; no entanto, não foi estabelecida uma relação de causa e efeito. Foram descritos casos de alterações no sentido do olfacto, geral-
       mente associadas a alteração no paladar. Foram descritos casos de alteração na cor dos dentes em doentes tratados com claritromicina, que geralmente foi reversível com limpeza profissional. Como
       acontece com outros macrólidos, foi descrita disfunção hepática (que geralmente é reversível) incluindo alteração nos testes da função hepática, hepatite e colestase, com ou sem icterícia. Esta disfun-
       ção pode ser grave mas muito raramente foi descrita insuficiência hepática fatal. Foram descritos casos reversíveis de perda de audição com a Claritromicina, geralmente associados a doses elevadas.
       Foram descritos raros casos de hipoglicémia, tendo alguns ocorrido em doentes a receber tratamento concomitante com fármacos hipoglicémicos orais ou insulina. Foram descritos casos isolados de
       leucopenia e trombocitopénia. Alterações nos valores laboratoriais: as alterações nos valores laboratoriais com possível significado clínico foram as seguintes: • Hepáticas - SGPT elevada (ALT) <1%;
       SGOT (AST) <1%; HDL <1%; fosfatase alcalina <1%; bilirrubina <1%; • Hematológicas - leucócitos diminuídos <1%; tempo de protrombina elevado 1%; • Renais - Ureia elevada 4%; creatinina sérica
       elevada <1%; GGT. Foram descritos casos isolados de aumento nos níveis de creatinina sérica, no entanto não foi estabelecida qualquer relação com a Claritromicina. Foram descritos casos raros de
       pancreatite e convulsões. Como referido para outros Macrólidos, prolongamento do intervalo QT, taquicardia· ventricular e Torsades de Pointes foram raramente descritos com Claritromicina. 4.9 So-
       bredosagem: Foi descrito que a ingestão de grandes quantidades de Claritromicina deverá causar sintomas gastro-intestinais. Um doente com antecedentes de doença bipolar ingeriu 8 gramas de
       Claritromicina e apresentou estado mental alterado, comportamento paranóico, hipocalémia e hipoxemia. As reacções adversas provocadas por sobredosagem devem ser tratadas por lavagem gástri-
       ca e medidas de suporte. Como acontece com outros macrólidos, não se espera que os níveis séricos de Claritromicina sejam notavelmente afectados pela hemodiálise ou diálise peritoneal. 5. PRO-
       PRIEDADES FARMACOLÓGICAS: 5.1 Propriedades farmacodinâmicas: Grupo farmacoterapêutico: Macrólidos, Código ATC: J01F A09. A Claritromicina é um derivado semi-sintético da Eritro-
       micina A. Exerce a sua acção antibacteriana pela ligação às subunidades ribosómicas 50S das bactérias sensíveis e supressão da síntese proteica. É muito potente contra uma grande variedade de
       microrganismos aeróbios e anaeróbios gram-positivos e gram-negativos. As concentrações inibitórias mínimas (CIM) da Claritromicina são geralmente duas vezes mais baixas que as CIM da Eritromicina.
       O metabolito 14-hidroxi da Claritromicina também possui actividade antimicrobiana. As CIM deste metabolito são idênticas ou duas vezes mais elevadas do que as CIM do composto original, excepto
       para o H.influenzae no qual o metabolito 14-hidroxi é duas vezes mais activo do que o composto original. A Claritromicina é geralmente activa contra os seguintes microrganismos in vitro: Bactérias gram-
       positivas: Staphylococcus aureus (sensíveis à meticilina); Streptococcus pyogenes (estreptococos beta-hemolíticos do grupo A); estreptococos alfa-hemolíticos (grupo viridans); Streptococcus (Diplococcus) pneumoniae; Strepto-
       coccus agalactiae; Listeria monocytogenes. Bactérias gram-negativas: Haemophilus influenzae; Haemophilus parainfluenzae; Moraxella (Branhamella) catarrhalis; Neisseria gonorrhoeae; Legionella pneumophilla; Borde-
       tella  pertussis;  Campylobacter  jejuni;  Pasteurella  multocida;  Bacteroides  melaninogenicus.  Mycoplasma:  Mycoplasma  pneumoniae;  Ureaplasma  urealyticum.  Outros  microrganismos:  Chlamydia  trachomatis;
       Mycobacterium avium; Mycobacterium leprae; Mycobacterium kansasii; Mycobacterium chelonae; Mycobacterium fortuitum; Mycobacterium intracellularis; Chlamydia pneumonia; Borrelia burgdorferi. Anaeróbios: Clostridium
       perfringens; Peptococcus species; Peptostreptococcus species; Propionibacterium acnes. A Claritromicina possui actividade bactericida contra várias estirpes bacterianas. Os microrganismos incluem Haemophilus
       influenzae, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Streptococcus agalactiae, Moraxella (Branhamella) catarrhalis; Neisseria gonorrhoeae e Campylobacter spp. 5.2 Propriedades farmacocinéticas: A ci-
       nética da Claritromicina de libertação modificada administrada oralmente foi estudada no homem adulto e foi comparada com a dos comprimidos de libertação imediata a 250 e 500 mg. O grau de
       absorção foi equivalente quando foram administradas doses diárias totais idênticas. A biodisponibilidade absoluta é de aproximadamente 50%. A acumulação foi insignificante ou praticamente inexisten-
       te e o metabolismo de eliminação não sofreu alteração em qualquer das espécies após doses múltiplas. Com base no resultado de absorção equivalente, são aplicáveis para a formulação de libertação
       modificada os seguintes dados in vitro e in vivo. In vitro: Resultados dos estudos in vitro revelaram que a Claritromicina se liga em cerca de 70% às proteínas plasmáticas, nas concentrações de 0,45-4,5
       µg/ml. Uma diminuição na ligação para 41% a 45,0 µg/ml sugeriu que os locais de ligação se tornaram saturados, mas isto ocorreu apenas em concentrações muito acima dos níveis terapêuticos do
       fármaco. In vivo: Em todos os tecidos, excepto no sistema nervoso central, os níveis de Claritromicina foram várias vezes mais elevados do que os níveis circulantes do fármaco. As concentrações mais
       elevadas foram encontradas no fígado e tecido pulmonar, onde a relação tecido plasma atingiu 10 a 20. A farmacocinética da Claritromicina é não-linear. Nos doentes que receberam diariamente 500
       mg de Claritromicina de libertação modificada, com alimentos, a concentrações plasmáticas máximas em fase de equilíbrio da Claritromicina e o seu metabolito activo 14- hidroxi Claritromicina foram de
       1,3 e 0,48 µg/ml, respectivamente. Quando a dose foi aumentada para 1000 mg diários, estes valores em fase de equilíbrio foram, respectivamente, de 2,4µg/ml e 0,67 µg/ml. O metabolismo ocorre
       no fígado envolvendo o sistema do citocromo P450. Foram descritos três metabolitos: N-esmetilclaritromicina, descladinosil-claritromicina e 14-hidroxi-claritromicina. As semi-vidas de eliminação do
       fármaco original e metabolito foram respectivamente de aprox. 5,3 e 7,7 horas. As semi-vidas aparentes da Claritromicina e do seu metabolito hidroxilado tinham tendência para serem mais demoradas,
       com doses mais elevadas. A excreção urinária é responsável por aproximadamente 40% da dose de Claritromicina. A eliminação fecal é de aproximadamente 30%. 5.3 Dados de segurança pré-clínica:
       Em estudos de doses repetidas, a toxicidade da Claritromicina estava relacionada com a dose e duração do tratamento. O principal órgão alvo foi o fígado em todas as espécies, tendo sido observadas
       lesões hepáticas 14 dias depois, em cães e macacos. Não se conhecem os níveis de exposição sistémica associados com esta toxicidade mas as doses tóxicas em mg/Kg foram mais elevadas do
       que a dose recomendada para tratamento do homem. Não se observou qualquer evidência de potencial mutagénico da Claritromicina·durante uma série de estudos in vitro e in vivo. Os estudos de
       fertilidade e reprodução em ratos não revelaram quaisquer efeitos adversos. Os estudos de teratogenicidade em ratos (Wistar (p.o) e Sprague-Dawley (p.o. e i.v.), coelhos brancos New Zealand e ma-
       cacos cinomolgos não demonstraram qualquer teratogenicidade pela Claritromicina. No entanto, um estudo semelhante posterior em ratos Sprague-Dawley revelou uma baixa (6%) incidência de ano-
       malias cardiovasculares que pareciam ser devido a expressão espontânea das alterações genéticas. Dois estudos efectuados em ratinhos revelaram uma incidência variável (3-30%) da fenda palatina
       e em macacos observou-se perda de embriões, mas apenas com níveis de dose que eram nitidamente tóxicos para as mães. Não foram descritos outros resultados toxicológicos considerados rele-
       vantes para o nível de dose recomendado para tratamento do homem. 6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS: 6.1 Lista dos excipientes: Ácido cítrico anidro, alginato de sódio, alginato de sódio
       e cálcio, lactose monohidratada, povidona K30, talco, ácido esteárico, estearato de magnésio, hipromelose 6cps, macrogol 400, macrogol 8000, dióxido de titâneo (E171), ácido sórbico, amarelo
       quinolina (corante) laca de alumínio (E104). 6.2 Incompatibilidades: Não aplicável. 6.3 Prazo de Validade: 3 anos 6.4 Precauções especiais de armazenagem: Não conservar acima de 30°C.
       Manter o recipiente dentro da embalagem exterior para proteger da luz. 6.5 Natureza e Conteúdo Embalagem: Embalagens com 6 e 10 comprimidos em blister. 7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO
       DE INTRODUÇÃO NO MERCADO: ABBOTT LABORATÓRIOS, LDA; Es-
       trada  de  Alfragide,  67  –  Alfrapark  –  Edifício  D;  2610-008  Amadora.  8.   Medicamento sujeito a receita médica. Informação adicional disponível a pedido.
       NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO:
       262 74 87 - Comprimidos, 500 mg - Embalagem de 6 (blister); 351 92 87 -   Klacid® OD      PVP ( )                  Regime Geral                  Regime Especial
       Comprimidos, 500 mg - Embalagem de 10 (blister). 9. DATA DA RENOVA-           COMP   Utente   Estado   COMP   Utente   Estado
       ÇÃO  DA  AUTORIZAÇÃO  DE  INTRODUÇÃO  NO  MERCADO:  10  de   KLACID OD 500 MG X 6     14,65   69%   4,54   10,11   84%   2,34   12,31
       Dezembro 2001. 10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO: Novembro 2006.
                                                 KLACID OD 500 MG X 10    21,42   69%   6,64   14,78   84%   3,43   17,99



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