Page 48 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 39. Nº2
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GUSYAVO LOPES, PAULA AZEVEDO, ANÍÓNIO SARMENIO, FILIPA VASCONCHOS,
M. RODRIGUES E RODRIGUES, A. MAIA GOMES
prupuscnurnos claborar cstc protocolo. com 2. Normas de Elaboração dum Protocolo do
amrdo dc ancstcsistzm. infccciokmistu, c comi» Annbloproohxla (23)
são de farmácia do Hospital dc Pedro Hispano.
A execução dum protocolo dc antihiopro
(Ionslalamos também que a profilaxia anti-
filaxia deverá seguir um coniunto dc regras que
biotica em cirurgia ()Rl. um um acto individual.
em seguida citamos:
cmpiricu, nâo sistematizªdo. sem obcdcccr a
l - Rcsultar dum acordo entre cirurgiões.
normas“, com existência duma enorme dispa-
uncslcsistas. infccciologistas. microbiologislas
ridadc na cscolha dos fármacos para profilaxia.
c farmacêuticos;
bem como quamo au) scu inicio c duração. lim
2 - Scr ohiccto duma análise economica;
relaçâo a cstc (ultimo aspecto vcrificamos quc
5 - A sua eficácia scr rcgularmcmc rcavaliada
a duração prolongada (superior a uma semana)
pela vigilância das taxas de infccçãn p<').s-upcra-
de administração do antibiótico ao docntc
lorias c dus micnmrgnnisnms responsaveis por
operado cru prática comum c dcstinava-sc a
estas;
proporcionar ao cirurgião uma falsa sensação
1 - (lada serviu» de especialidade dcvcrn
de segurança.
estabelecer uma politica de antihioprofilaxin.
Proccdcmos por issu a uma pesquisa exaus—
através duma lista dos actos operau'wios. Amim.
tiva por forma a definirmos para os vários
quandu a pmfilaxia estiver indicada. referir qual
pnx'cdimcmus cirúrgicos nus árcas da ()lologia.
o antibiótico a utilizar c a sua alternativa cm
Rinologia c (Iabcçu c Pcscuçu. o respectivo
casu de alergia;
esquema profiláclicu c alternativa em casu dc
5 — A existência dc ducnças com risco
alergia. ou. quando para la! nâo cxislc justifi-
infccciusu clcvudn serán alvo duma antihiopro-
cação. a não administraçãu de qualquer fármaco
filzlxia particular. on sein. personalizada;
antimicrobiano.
(» — Dentro de um mesmo serviço. (' aconse-
Desde o dia I dc Janeiro dc 2.000 quc o
lhavel cscolhcr distinlamcmc as molcculas
protocolo quc dc seguida dcscrcvcmos sc
utilizadas em antibioprofilaxia c cm antibio-
cncontra cm vigor no Scrviçu do ()RI. do
terapia curativa:
Hospital dc Pedro llispano. Para 0 seu pcrfcim
“ — ()s prolocolos sclcccionados dcwmo
funcinnamcmo foi apresentada aos enfermeiros
estar cscrilos. c validados pela comissão dc
qucr do Serviço de ()Rl. quer do Bloco
furmácia do estabelecimento hospitalar;
Operatório. foi afixada uma copia do prolocolo
H - ()s prolm‘olos deverão impera!ivamcnlc
nu sal;! de cirurgia URL. e fui cluhurndn um
calar ;ltixudus na .sala de operações.
prolocolo dc rccollm dc dados que nas vai
permitir ohlcr pela primeira vw. no Hospital
3. Microbóologóo em Cirurgia ORI. (l. 8)
dc Pedro Hispuno uma taxa real de infecções
Na considcrzlqao dos microorganislmn
pós-operalórias. agentes implicudus. sua
p(ncncialmcntc cansadorcs dc infccgao cirur-
sensibilidade unlihiólica. c uma aproximação a
gica surgem em dcsluquc os da flora cndogcna
cliologia dil infccçãu.
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