Page 65 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 44. Nº1
P. 65

CARLA BRANCO, JOÃO SUBTIL, ANTÓNIO RISTORI,  HUGO ESTIBEIRO, RUI  FINO, LUIS OLIVEIRA, LÍGIA FERREIRA,
          PEDRO MONTALVÃO, MIGUEL MAGALHÃES, JUDITE RAMOS, JOÃO OLIAS






                                  Extensão Local  (T)
                                                                              Tipo  macroscópico
                   100'Yo
                                                       •  com controlo
                    80%
                                                          regional     1 o o%
                    60'Yo
                                                       D  sem cont rolo
                    40%                                                 50%
                                                          regional
                    20%
                     O% ~L-~-L~~~~~~~
                                                                              veget.   inf ilt .
                           T1    T2     T3    T4







                                                                            Tipo  Histológico
                          Localização Anatómica







                         laringe   hipofaringe                             bem   moder.   pouco

           GRÁFICO 11:  CONTROLO  DA DOENÇA GANGLIONAR DE  ACORDO COM AS DIFERENTES CARACTERÍSTICAS  DO TUMOR PRIMITIVO.




                                                             adenopatias  (p<O, O 1)  e  a  sua  fixação  aos
                      Extensão  Regional  (N)
                                                             planos profundos  (p=0,007).
                                                                Pelo  contrário  o  padrão  de  envolvimento
                                                             ganglionar,  traduzido  pelo  número  de  adeno-
            100%
                                                             patias  envolvidas  (p=0,735)  e  bilateralidade
             80'Yo                                           da doença (p=0,682), não influencia de forma
             60%                                             significativa o  resultado do tratamento.
                                                             (Gráfico IV)
             40'Yo
             20%

              0%                                             TRATAMENTO DA DOENÇA REGIONAL
                     1     2a    2b    2c     3              PERSISTENTE  OU RECIDIVANTE
                              com·cont rolo
                              regional                          A  falta  de controlo  regional  diminuiu  a  so-
                                                             brevida,  independentemente do tratamento  es-
                           D sem controlo                    colhido.
                              regional
                                                                A  média de sobrevida  após a  radioterapia
                                                             dos  doentes  sem controlo  da  doença  regional
               GRÁFICO  III: CO NTROLO  DA DOENCA REGIONAL
              DE ACORDO  COM A  EXTENSÃO  REGÍONAL INICIAL.   é  de  17,96  meses  (±2 1),  significativamente

         -- 50
   60   61   62   63   64   65   66   67   68   69   70