Page 99 - Revista SPORL - Vol 43. Nº3
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KLACIO• 00 Comprimidos de libertaç~o modificada. Composlçio qualltoUve a quantltetlvalcomprlmJdo; Claritromicina- SOO mg.  Forma fillnnac~utlca : Compdmtdos de libertação mod'l-
         llcada. Comprlmtdos amarelos, ovalo1 des, de libertação modificada. Indicações terapêuticas:  KLACIO  00  ê  indicadO no tratamento das infecções causadas por mk:rorgan!smos sensrveis  As fndiCaçOes
        são as seguintes· Infecções do tracto respiratórto 1n.fenor. como por O )lempk) bronquite e pneumonia. Infecções do tracto respírat6ri0 superior, como por exempfo sinusite e faringite  Infecções da pele e tecidos
         motes, como por exemp4o lolicutite. ceJufite e enstpela. Como acontece  com outros antlbtóticos, recomenda-se a consulta das normas orientadoras relativas a prevalência de resistéocwt local e respectiva prábca dini·
        ca relativa à ptescriçâo de antibióticos, antes de rece.tar KLACIO  00 Posologia e modo de administração: Adultos. A posologta habitoalmente recomendada para o  KL.ACI~  00 em adultos é de um comprarnido
        de libertação modificada de 500 mg por cka, que doo,e ser tomado com ahmeniOS.  Nas lflfecçôes maiS graves, a posologta pode ser aumentada para dois compnmldos de hbertação modJficada de 500 rng, numa úDca
        dose diária. A dose deve ser tomada dlanamente à  mesma hora  OS comprimidOs devem ser engolidos tntetros. A duraçAo médta do tratamento é oe 6 a  14 d1as. Crianças com maJS de 12 anos: como para os adultos.
         Cnanças com menos de 12 de Idade_  Usar KJaC1d  PechátriCO Suspensão. Doentes com insuf~e.a  renal. KLACIO" 00  nêo deve S8f usado em doentes com lnsuftdênoa renal (clearance de  creatlnina infenof' IJI  30 mllmin.)
         Neste grupo de  doentes poderão usar-se os COf'l'lpf!midos de libertação lmedlnta . (ver " Contra·lndteaç{)es"'). Contra-tndlcações: A Claritromicina é contro-1nd1Cada em doentes com hipersensibilidade conh&dda aos antibióti-
        cos macrOtldos  Não admtnistrar Claritromte1na e a~a k>tdes da cravagem do centeio concomitantemente  Dado que não e  poSS!v&l  reduzir a dose a partir dos 500 mg diános. o  KLAC to • 00 é contra-Indicado em doentes com
        clearance de croatin•na ln!Of'ior a 30 ml/mln. Esté oontta-inchcada a admtnlstraçào concomttante de Ctarltromidna  com os seguintes fármacos: cisap6do. plmozlde e  terfenad•n.a. Foram descritos n!veis elevados de  c•saprlde.
         pimozide e t· erfenadlna em doentes tratados ooncoiTl!tantemente com qualquer destes târmacos e Claritromk:1na. Poderão resultar em prOOngamento do  intervalo OT e arritm1as cardfacas incJuindo fibnlhação \lentricuiar e tor·
         sades de  ~nt&S A Clantromicina não deve $0( administrada em doentes com hipocalémia (prolongamento do intervalo OTc). Advertências e precauçõea eapeclals de utlllzaçio:  A Claritromte~na  é  essencmJ mente excretada
         pefo fígado. Portanto. deverá ser tornada precauçlo quando se admm lstra o ant1blótico em doentes com !osuf1Ciênc4a nepâuca..  Oevefâ também ser tomada precaução ao administrar a Clantromictna em doentes com •nsutic.ên-
         cia renal modetada a grave (V81 também  • COntra-indK:ações-1. Devecã ser 10mada atenção 6 poSStbLitdade de resistênda cruzada entre a Claritromte.na e outros antibóticos macróeidos, assun como com a lincoiTUCWla e ctm-
         daiT\IOna. Foi de8Ct1 ta colite  pseudomembcanosa com prattcamente lodos os fármacos anhbacteõanos. 1rdu:tndo macrokdos.  e que pode ser de gravidade ligeira ou até de compt()f'I'IISSO  >AtaL  Pode OCOfT&f  sobretnfecçào com
         mk:rorganlsmos nAo sensfve1s.Cada compmnido contém 115 mg de lactose. Esta quantidade provavefmente não é  surrc.ente para lnduu  Sintomas especfltcos de ln~rAnc:1a tnteracçõcs medicamentosas e outras formaa de
         l n1eracção: Sabe-se ou suspeita-se que os seguintos fármacos oo  classes sAo metaboffzados pela mosma isoenzima CYP3A  alpraz.~am , carbamaze pina  cilostazol, asapnde, cdosponna. dfsopiramlda. alcalotdes da cravagem
         do centeiro, lovastatlna, metilpredl'lisotooa, rnldazotam, omeprazole, anticoagulantes orats (por eJC  varfartna). p.rnoztde. qu1nidina. nfabut•na. scldenafii.  sSmvastanna, taeroltrnos. tertenadina, tnazotam e vimblastina  Fármacos com
         interacção por mecanismos semelhantes através do  outras 1soenzimas no SIStema do cítocr6mi0 P450 tnctuem renitoina. teotihna e valproato. Como acontece com outros anttbióhcos macrol100s o uso de Clantromicina em doentes
         a  tomar concomitantemente fármacos metabohzados pelO  sistema do cltocrómio P450 podem  estar associados a  aumentos nos nfveis séncos desses fârmacos (ver também " Contra-indiCações").  Foram descritos casos de
         Torsades de Pointes que ocorreram com o  uso concomttante de Clarltromlclna e quinidlna ou dlsopiramida  Os níveis séncos destos mechcamentos devem ser monitorizados durante o tratamento com a Clautromrc1na  OS elMos
         da d1QOx1na podem SOf' potenciados com a adm1 nistraçào concomitante de Clarilromte~na. Deverá ser  considerada a momtorização dos níveis séncos de d.go>una  Não foram efectuadOs estudOs de interacção com KLACIO" 00  e
         z~'I\Jdina. se fOr necessána a adminfstraçlo ooncomltante de ClalitrorT'MCtna e uôovudina, devcré  SCf usada  uma formutaçAo de hbertaçâo imediata de Clarttroll'lic;na.  A aarttromiclna antagon1za  os efeitos bactonanos dos  antibM)U-
         cos beta·lactêmiCOS  Os efeitos da llnc:::omtCtna e chndarnlcina também são antagonizados, pelo menos ln VItro. o  Anonaw aumenta a área abaaxo da curva {AUC), Cmax e em.n da ClantrOf'NCina quando administrado concom~­
         tantemente. Devido à ampla jane~  terapêuuca da Claótromtelna, não será  nocessána redução  da dOSe em doentes  com tunçêo reoaJ nonnal. Para doentes  com tunçâo renal moderada (depuração da  creatinína  de  30  a 60  mllmin.)
         deverá ser feita uma redução na dose de ,soo _., resultando numa dose mcb'ma de 1 compnmido de KLACIO  00  P'CJf dia  KLACIO  00  nao deve ser usado em doentes com H'lsut~ncaa  renal grave (depuraçAo de creatinina ltlf&
         nora 30 mllmin.) dadO que nào é  possí\1'81  uma redução apropriada da doso com este produto. Deverão usar-se os compt'lmldos de Kladd oe libertação tmedrata neste grupo da doentes (ver 'Contra-lnchcaçoes1. Raramente fOI
         descnta rabdomlolise com a administração concomitante de C!aótrom.c1na e  lnib!dOfes da reductase HMG-CoA , como a lovastattna e  srmvastallna. Gravidez e  ACenamento: A  segurança da Clantlomickla para U'SO  durante a
         graVldez e aleitamento de bebés ainda não está estabelecida. Com baso nos resultados variáveis obtidos nos estudos efectuados em ratinhos. ratos, coelhos e macacos não pode ser exc!wda a possíbdldade de eleitos adversos
         no de~volvtmento  ombriOfetal. Consequentomonte. não é  recomendada a uuHzação durante a gravidez sem que os beneflclos e  riscos sejam cuidadosamente avaliados. A Claritromiclna é  excretada no leite humano. Efeitos
         sobre a capacidade de conduzir e utilizar m6qulnas: Não exístem dados sobre o efeito  deste produto na capacidade do condução. Em caso de condução de veículos ou do utlhzaçâo de maquinas. deverá ser conskterada a
         poss1btlidade de ocorrência de tontUras. Efeitos JndeaeJâveJ s: Os efeitos secundários descritos tncluem náuseas, dispepSia. di  artola. vómitos e dor abdominal  Foram descritas estomatite, glossite. monilta 01al e atterações na cor
         da llngua. Outlos efehos secundários incluem cefaleias e reacções aJérgk:as que podem ser  desde urttcâua e 1~1ras  erupções cutêneas até anafilaxia e raramente  Sindroma de Stevens..Johrtsonfnectóllse ep~dérmtea  tóx.tca. Pode
         ocorrer aJteraçlo no paladar. Foram descfttos efeitos secondãrios ttansitónos ao níva.l do sistema neNOSO centraJ, incfuindo  tonturas, vertigens, ansiedade, IOS!Ónias, pesade&os, zumbtdos, confus:io, desorientação, alucinaçOes,
         psiCOSe e despersonalização; no entanto. não foi ostab&leada lHT\3. retaelo de causa e  efetto  FOtam descr1;os casos de atteraçOes no senbdo do oUato, geraJmente aSSOCiadas a alteração no paladar  Foram descntos casos de
         alteração na cor dos dentes em doentes tratados com darltromicina, que geralmente foi reversive4 com limpeza prorrsslonai.Como acontece com outros maCTóhdos, toi descnta  disfunção hepâoca (que geralmente ê  reversivel)
         inctuindo alteração nos testes da função hepátiCa. hepatite e colestase, com ou sem icterícta. Esta disfunção pode ser grave mas multo  raramente foi descnta tOsufioênica hepátJCa fatal  Foram descntos casos reversíveis de perda
         de aud•ção com a Clarttrom.ona. geralmente associadoS a dOses elevadas  Foram descríros raros casos de htpoglicémla, tendo alguns ocorrido em doentes a receber tratamento eoncomtante com fármacos hipoghcémicos ora1s
         ou  insulina. Foram descritos casos isolados de leucopema e trombocitopénia. Alterações nos valores laboratoriais· as alterações nos valores laboratoriais com possível signltJCado clin1co  forarn as segu1ntes. • Hepáticas- SGPT
         erevada (ALT) <1% , SGOT (AST) <1% ; HOL<1%: fosfatase alcalina <1% ; blhrtublna <1% • Hematológ•cas - leucócitos diminuldos <1 ~~ :  tempo de protrombina elevado 1%  • Renols · Ureia elevada 4% ; creatmlna sénca elevada
         < 1% ; GGT. Foram descritos casos isolados de aumento nos nivels de creaMina sérica, no entanto não 101  estabelecida qualquer relação com a  Ctaritromlc1na. Foram descntos casos raros de pancreat1te e convulsões. Como
         retertdo para outros Macrólidos, prok>ngamento do Intervalo OT. taqulcardla ventriCular e Torsades de P01ntes foram raramente descritos com Claritromreina. Sobredosagem : Foi descnto que a ingestao de grandes quantidades
         de Claritromiclna deverá eal.lsar somomas gastro-lntesllnais, Um doente com antecedentes de doença bl:polar  tngeriu 8 gramas de Clantromicma e  apresentou estado mental alt9f8do, comportamento parano.co, hipocalémta  e
         hipoxemia  As reacçOes advet'sas provocadas por  sobredosagem devem ser  tratadas por lavagem gâstrlca e medidas de suporte. Como acontece com outros macróf4dos, nào se espera que os níveis s6ncos de C1aritfomictna
         sesam  notavelmente afectados pela hernoc itáilse ou diâüse  pemooeaJ  Propriedades  farmacodlni mlc  ..  :  Grupo  farmacoter•pêulico:  Macr<*ios.  Códtga ATC: JOIF A09  A  ClaritrorniCUla é  um denvado S&mJ.SUltético da
         EntromiC1na A. E1<erce a sua acção antibacteriana pela ltgação às subunidades ribosómteas 50S das bacténas sensíveis e supressao da slntese proteiCa  1: mwto potente contra uma grande variedade de microrganismos aeróbi-
         cos e anaeróbicos gram-poSihVOS e gram·negativos  As concenltações imbtlótias mímmas (CIM) da Ctar1 tr0t'111C1na são  geralmente duas vezes ma1 s baiKas que as CIM da Er•tromiCina  O motabokto 14-hldroXJ da Ctaritromtcina tam-
         bém poSSUI  actividade anl!mierobtana. As CIM desto metabotlro ~o  <lénticas  ou duas vezes mais  ele\ladas do que as CIM do co~sto  ong1nal, excepto para o  H.tnnuenzae no qual o  meta.bcMJto  14·hldrOJU ó duas vezes mais
         acti\IO  do que o composto onginaL A Clantromtelna é geratmen1e act1va contra os seguintes  miCrorganismos '" v;tro: Bactérias gram-posit1va.s:  Staphy1ococcus aureus {sensíveis à metlcdina), sueptococcus pyogenes (estrepto-
         cocos  beta-hemoilticos do grupo A): estreptococos alfa-hemo!ítícos (grupo wtdans); Streptococcus (O•plococcus) pneumontae; Streptococcus agalacllao, Ustena monocytogenos. Bactérias gram·nogahvas. Haomoptulus lnfluen-
         zae:  Haemophilus  para1nUuenzae:  Mora)(ella  (Btanhamella)  catarrhalls:  Neissorla  gonorrhoeae;  Leglonella  pneumophi!la;  Bordetelia  pen.uss1 s:  Campylobacter  jejuni;  Pos1eur81!a  muttocida;Bacteroidos  mo!aninogenicus.
         Mycoplasma.  MycoP'asma pneumoniae, Ureaplasma urealyticum  Outros mkrorganismos:  Chtamyd1a trachomatis, Mycobacterlum avium; Mycobactetium leprae; Mycobactenum kansasli, Mycobactenum chelonae; Mycobacterium
         fort111tum: Mycobacterlum tntraoellulans; ChJamydla pneumorna; Borref.la burgdorfan  Anaeróbk>s· Clostrtd•um perfringens; Peptococcus species; Peptostreptococcus spedes: ProptOOtbactenum acoes.  A Clantromlclna possui aclllfl·
         dade bactencda conrra vãuas estirpe$ bactertanas  Os rntcrorganismos tnduem Haemophitvs iottvenz.ae. Streptococcus pneutnc)fll;ae. Streptococcus pyogenes.  Streptococcus agalact,ae,  Moraxella (Branhamella) catarrhalis;
         NetSSeria gonorrhoeae e Campytobacter spp  Propriedades farmacocfnéUcas; A cmética da Clan1rOillCtna de libertaçOO modthcada admlflistrada 01atmcnto f01  estudada no homem adulto e fOf comparada com a dos  compomJ.-
         dos de hbertaçào tm echara  a 250 e 500 mg. O grau de absorção 101 eQUIValente quando fOtam admn'\lstradas doses  d•árias lOtais tdênticas. A biodlspor11bl!ldade absoluta é  de  aproxknadamente 50%. A acumt.llaçio foi inSfQnifi-
         cante ou praucamente lnexrstente e o  metabohsmo de eliminação não sofreu  alteração  em qualquer das espéQes após dOSeS mult,.,.as  COm base no resultado de absorção  equ1valente. são aphcâvets para a fonn. llação de fi.
         bertação modificada os segu1ntes dados tn VItrO e in  VIVO.  kl vrtJo; Resultados dos estudos ln  vitro revelaram que a ctantromtelna se ltga em cecca de 70"o às protemas plasmá  ocas.  nas concentrações de 0.45-4,5 mg/ml. Uma
         dtm1nuição na ligação para 41 ..  ,.. a  45,0 mg/ml suger•u que os loca•s de !lgaçAo se tomaram satufados, mas Isto ocorreu apenas em concentrações murto acima dos níveis terapêuticos do fármaco  ln V í\10. Em todos os tectdos.
         excepto no sistema nervoso cenuat,  os nfveís de Clantromicma foram vár1os vezes mais elevados do Que  os niveis circulantes do fârmaco. As concentrações mais elevadas foram CI'ICOnfradas no ffgado e tec$do pulmonar. onde
         a relação tecido ptasma alingiu 10 a 20. A farmacoclnética da C lantromlcma é nao-llnear. Nos doenles que receberam dlanamonte 500 mg de Clarltromlclna de libertação modificada . com alimentos, a concentiaçOes plasmáticas
         mtb•mas em faso  do equilíbrio da Claritrom4clna e o  seu metabolito activo  14- hidroxi C1 arltromk:fna  foram de 1,3 e 0,48 mg~ .  respectivamente  Quando a dose fci aumentada para  1000 mg dláóos, estes valores em  fase de
         equ.!lbrio foram. respectivamente, de 2.4 mg/mt e 0,67 mghnl. O metabolismo ocorre no tigado envotvordo o sistema do citocromo P450.Foram dcscntos três metabolttos. N-esmetrk:iaritrOI'TltC!na. desdadinoStl-c1antromicina e  14·
         hidroxi-daritromicina As se  mi-vidas de ehminaçAo do fármaco onglnal tt metabollto toram respecbvamente de  aprox. 5,3 e 7.  7 hocas. As sarni-vidas aparentes da aarrtromiana e do seu meta boi  no htdro>uladO unham tendênâa
         para serem mai$ dên'loradas. com doses ma•s ~vadas  A excreção unnâria é responsável por aproXJmadamente 40t!ó da dose de Clat~tromiCIIla A eturwnaçAo fecal é de aproxunadamoote 3~ o. Dadoa de segurança prê<línl-
         ca : Em estudos de doses repetidas. a toXJCKSacle da CtaritrornK:ina estava teladonada com a  dose e duração do tratamento. O prioopal orgão alvo rol o t.gado em todas as e~s. tendo &~do  observadas lesões hepáticas 14
         d.as depois. em cães e macacos. Não se  conhecem os  ntV91s de expos~çAo  StStémica assooados com esta toxicidade mas as doses t6xiC8S em mg!Kg foram mats elevadas do que a dose recomendada para ltatamento  do  homem
         Não se observou qualquer evidência de potencial mutagérnco da Clanttomicul8 durante uma sé.-.e de estudos •n vitro e in ~YO Os estudos de fenthdade e reprodução em ratos Mo reve(aram quaisquer efeitos adversos. Os estu-
         dos  de teratogenictdade em ratos (Wistai (p.o) e Sprague·Daw~y  (p.o. e i.  v), coefhos brancos New Zea~nd  e macacos ~ool'l"'oogos não demonstraram qualquer teratogef'!ictdade pefa Clar1tromicina No entanto. um estudo seme·
         lhante posteriOf em ratos Sprague-Oawley rewk>u uma baixa (6~) incidência de anomalias card10va~u+ares  que parectam ser devido a expressão espontânea das alterações genéticas. Dois estudos efectuados em ratinhos r  e·
         \lelaram uma lnd déncla variá  \lei (3-3QO ;ó) da fenda palatina e em macacos ObServou-se perda de embnões. mas apenas com nive•s de dose que eram nitidamente tóxicos para as maes. Não foram descrítos outros resultados lo-
         xioológk:os conside1ados relevantes para o nlvel  de dose recomendado para tratamento do homem. Informações farmacê uUcas: Usta dos exc1 p1entes: Ácido cítrico antdro, algmato de sódiO, aJglnato de sódk> e câk;io, lactose
         monohldratada,  po\lidona K30,  talco. áddo esteârk:o. estcarato de magnésio,  hipromelose 6cps,  macmgot 400, macrogot 8000, dióxido de titáneo  (E171), ácido sórbico,  amarelo quinolina (corante)  taca de alumínio (E 104).
         Incompatibilidades : Não apticável. Prazo de Validade: O prazo de validade do prOduto é  de t 8 meses quando embalado em frascos de vidro ou de HPOE e de 3 anos quando embalado em btisters  de PVCIPVdC  Precauções
         especlals de armazenagem: Não conservar acama de 30"C. Manter o  recipiente dentro da emt:>a&agem extanoc para proteger da tuz. Natureza e  Conteúdo Embalagem: Embalagens com 6. 10, ou 16 comprimtdos em bfister.
         Titular d a AIM: ABBOTT LABORATÓRIOS. LOA. Rua Codade de Có<dova, I·A. Alfrag<Je ·  2720 Amadora Embalagens comercializadas: 262 74 87 · Embalagem de 6 : 351  92 87 · Embalagem de 10, 405 51  82 · Embalagem
         de 16  Data da  AIM!Aeoovação· Aprovação • Despacho de 5 de Março de 1998. Renovação - 1  O  de Oezembfo 2001 , Rev. 9 - Junho 2002  Medicamento s uJeito a receita médica. lntormaçio adicto  na  I d lsponN-el a  pedido.
                                                                                                ..  .,
                                                                                      I   j   ) J   1\  ~  1 1
                                                                                  11  K   ~
                                                                          ..     Total   Utente  Estado   Utente  Estado
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