Page 39 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 41. Nº2
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TRAUMATISMOS CERVICAIS PENETRANTES. REVISÃO DA EXPERIÉNCIA RECENTE.


























              FIG. 2 - PACIENTE I: FERIDA CORTANTE CERVICAL ANTERIOR
              AO NÍVEL DA ZONA II, PROVOCADA POR FACA DE COZINHA
                                                                nc. 3 - PACIENTE 2: mum num monumcuuut
                                                                           POI! monomuu DE cÃo
          reolizodo umo troqueotomio e exploração ci-
          rúrgico. Verificou-se então umo secção dos iu-     porentérico um corticoide e um antibiótico
          gulcres anteriores e externos, dos músculos ín-    (omoxicilino+ócído clovulônico).
          frohioideus, do membrono tirohioideio, do es—
                                                                Decorridos dois dios, como se mantinha o
          paço préepiglótico e ligamento tiroepiglótico
                                                             situação clinico, foi submefido o exploração
          com exposição do lúmen Ioríngeo.
                                                             cirúrgica do porção extrotemporol do nervo Fa-
             Foi reolizodo hemostose, sutura por planos
                                                             ciol esquerdo (com umo obordogem idêntico o
          e colocação de umo sondo nosogostrico. Após
                                                             umo porofidectomio). Assim, o cerco de O,7cm
          um estudo do trânsito esofágico com gastro-
                                                             do Fissura timpono—mostoideio verificou-se o
          grafina oo terceiro dio, que se revelou normal,
                                                             presença de estiramento do nervo facial numa
          iniciou dieto mole per os oo 5º dio.
             Ao óº dio foi desconulodo e teve alta hos-      extensão de 0,5cm. Poro localizar o lesão uti-
          pitolor. Ao 15º dio o troqueotomio foi encer-      lizou-se o neuroesfimulodor do nervo facial, re-
          rodo cirurgicamente, não apresentando sinais       gistondo—se umo resposta motora distol no local
          clínicos de sequelos confirmados por fíbrosco—     do lesão e ausência desto com estimulação
          pio loringeo.                                      proximal (Figura 4).
                                                               Optou—se por um frotomento conservodor,
          CASO CLiNIco 2                                     não se reolizondo quolquer manipulação cirúr-
                                                             gico sobre o nervo lesionado. A0 89 dio reali—
             Criança do sexo feminino, de 4 anos de          zou uma Electromiografic facial o qual revelou
          idade, assistida no S.U., vítima de mordeduros     grove lesão oxonol à esquerdo. Sete meses
          de cão no couro cobeludo, face e pescoço com       mois tarde, após avaliações periódicas apre—
          instalação imedioto de paralisia facial periféri-  senfovo umo recuperação clinico e electromio
          co (PFP) esquerdo.                                 gráfico completas.
             Ao exame de O.R.L. opresenfovo umo feri-
          do penetrante retroouriculor esquerdo com PFP     CASO CLÍNICO 3
          homoloferol (Figuro 3).

               O teste de Schirmer ero normal. A tomo-         Homem de 47 anos, hipocoagulado, odmi-
           grafia computorizodo (TC) cerebral e de ouvi-    tido no S.U., que desferiu um tiro com umo
            do Forum normais. A doente iniciou por vio      ormo de fogo no covidode oral, sem evidéncio


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