Page 14 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 41. Nº2
P. 14
ISABEL CARVALHO. )vo r PEREIRA, ALMEIDA RIBEIRO
semonos cu menos de 4 episódios, por ano, Em crianças mois velhos, podem estor pre
de sintomas agudos, com duração de 10 dias. sentes cefoleios, dor Íociol, sensação de
Rinouinusih crónico pressão sinusal, edema locolizodo e Odontol-
— Doença sinusol que não melhoro, apenas, gio no orcodo Superior.
com terapêutico médico; O quodro clinico, ossim Ioo Hondo, é de
- Sinous e sintomas proeminentes, por 12 se Íócil reconhecimento; porém, em algumas cir-
monos, Ou Ó episódios por ono, de rinossi- cunstoncios, os sinois e simomos podem ocor-
nusite ogudo recorrente, que durom pelo rer isoladamente. Assam:
menos IO dios, em associação com chero- - A 'os” pode ser o único manifestação.
ções persistentes no TC. O facto de ocorrer logo oo deitar e oo ocor-
Rimssinusih "comm. dor é sugestivo do diognéstico e devese o
Epnsodnos ogudos repetidos, que resolvem drenogem posterior dos secreções, As suas
com teropéuhco médico, não deixando corocterislicos permitern fazer o diognós'ico
donos mucosos significativos e, entre os diferencial do tosse verificodo nos crioncos
qums, os smois e sintomas desaparecem com alergias.
completamente. - A obstrução nasal isolado, sem rinor-
reio anterior, roromente é queixo do fomilio.
Para 0 diagnóstico de nnossinusite reconente Esto queixo usolodo oporece, mois Írequen»
são pontos Fundamentals, numo primeira fase, o temente, em situações de hipertrofia dos cor-
suspento clínico, que se baseia, essenciolmente, nebs, desvio do sepb, pólipo e corpo estranho,
no hustono clínico e, secmdoriomente, no exome . A rinomio anterior persistence com
fisuco e, numo segundo Íose, o comprovação. corocteristicos voriodos - oquoso, mucosa,
A hustóno climco deve, lomo quonto possi- purulemo ou hemotico - pode consmuir umo
vel, obronger um longo período de tempo, com monifestocoo clínico isolodo, devendose, no
coroctenzocoo dos epusódios de doença e dos entonto, fazer o diognéstico diferenciol com
periodos mtercrihcos. mOItiplos resfriados comuns, nmle olérgnco
Elementos Importonves no cvoliocoo deslos isolada, corpo estronho e disfunção do epu-
cnoncos sõo télio respirotério.
- Avolnoçõo do respiração nasal e oral, - A rinorrcio posterior pode surgur ISO'O'
duurno e nocturno, domente mos, habitualmente, origmo vosse
. Avoluocoo de obstrução uniloterol ao fluxo nocturno. O diagnóstico dnferencnol deve ser
oéreo, Íeu'o com o hnpemoho odenoideio
~ Despuste de doenças com grande propen- - Isolodomeme‘ o halitose consmw umo For-
são poro ocorréncuo de snnusopotio como mo foro de apresentação, pºis nestes casos,
mucºvwmdose, Imunodeficiéncnos, distúrbios o 060! é pdeUZIdO pelos infecções onoeróboos,
do mohlndode c.luor, refluxo gostroesofoguco, que ongmom, concomntontemente, secreções
etc e obstrução nosms.
, Despuste de momÍes'oçóes de olergio, Im- , As cofoloios, como apresentação ISOICdO
portonte factor de reconénoo e cromcndode de smusopoho, sào roros Podem sutgur em
alguns casos de smusnes esfenOndous crómcos
Os smals hobnums do nnossmusne recor- - A febre, por esclarecer, é umo forma de
rente sào tosse, secreções nosous purulenlos, opresentocoo do smusopoho, cnodo por
obstrução nosol, nnorreno postenor e, even» vezes A hssopotologno deste fenômeno é
ruolmente, febre A holutose é umo queuxo fre- pouco cloro Obngono o oconéncno de |n-
quente por parte dos poms fecçõo smusol de gronde pone que, 00 mesmo
l3”

