Page 17 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 63. Nº2
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Tabela 3
          Descrição dos resultados pré e pós terapia posicional com NightBalance® da população do estudo (n=11)

          Doente       IAH           IDO         Tempo em      Roncopatia %  Escala Epworth    PSQI-PT
          nº                                    não supino %
                   Basal  Pós TP  Basal  Pós TP  Basal  Pós TP  Basal  Pós TP  Basal  Pós TP  Basal  Pós TP
          1        13,4    6,3    12,2   6,3     28     77,7   13,8    24,3    8       5      5       5
          2         13,1   9,4    13,8   10,6   49,2    21,2    32    45,90    12      9      5       5
          3        20,9    7,1    19,7   13,3    70     73     24,6    8,5     5       5      11     4
          4         11,5   4,4    12,1   5,7     58     75,5   21,4    15,2    16     11      9       5
          5        25,2    11,6   27,3   10,9   27,5    63,6    11,4   27,9    21     20      14     16
          6        12,8   10,6    16,4   14,4    8,7    39,5    45     30,5    17     14      5       5
          7        20,7    3,2    21,2   11,2   40,6    84      3,3     6      12     15      9      9
          8         6,3    8,5     5     6,3     31     88      2       1      8      18      15     16
          9         8,6    2,1    8,1    2,3    58,7    94     42,6     0      4      4       12     10
          10       46,4    38     21     36,5   29,6    47,5    5,4    37,1    9      10      5       5
          11        5,5    0,8    4,6     0     47,6    97,7    3,7     0      10     15      4      4

          Gráfico 1
          Resultados da terapia posicional com NightBalance® no índice de apneia e hipopneia e na prevalência
          de roncopatia

























          Cada doente é representado por uma linha, sendo demonstrado em cada gráfico a evolução do índice de apneia e hipopneia (IAH)
          e a prevalência de roncopatia antes e após terapia posicional com NightBalance®.

          Avaliaram-se  os  resultados  da  TP  nos  doentes   para 69,25%, com valor estatisticamente
          incluídos no estudo, com recurso a questionários   significativo.  Também  houve  melhoria  na
          (sintomatologia)  e  a  polissonografia  do  tipo   percentagem de roncopatia, com redução de
          3 (IAH, IDO, tempo em posição não supina,         18,65% para 17,85%, não se verificando diferença
          prevalência de roncopatia) (tabela 3, 4 e         estatisticamente  significativa  (p=0,896).  Dos
          gráfico 1). Verificou-se que, em média, houve     doentes que concluíram o estudo, 5 (45,45%)
          redução de IAH de 16,76/h para 9,27/h e do IDO    referiram  dificuldade  inicial  na  adaptação
          de  14,67  para  10,68.  Verificou-se  aumento  da   por despertares provocados pela vibração, 2
          percentagem de permanência em posição             (18,18%)  referiram  dores  lombares devido  à
          não supina no leito, em média, de 40,81%          permanência em posição de decúbito lateral



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