Page 87 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 41. Nº2
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HIPOACUSIA CONGÉNITA COM TRADUÇÃO IMAGIOLÓGICA: A PROPÓSITO DE UM CASO DE APLASIA COCLEAR
interno. A sua presença constitui uma contro-
-indicaçõo óbvio paro o transplante coclear, o
que não acontece com outras deformidades con-
génitos, onde este método de amplificação oudi-
tivo poderá ter benefícios potenciais.
- DEFORMIDADE DE CAVIDADE COMUM
(fig 6)
Esta deformidade ocorre pelo suspensão do
desenvolvimento do ouvido inferno por volta
do 4ª semono de gestação, no fase de vesícu-
lo ótica. Imagiologicomente, existe um espaço
ovóide cístico sem arquitectura interna.
Constitui 26% dos malformações congênitas
FIG 8 — DEFORMIDADE DE MONDINI.
do ouvido interno. Estão descritos casos de
sucesso com o implante cocleor em doentes
portadores desto deficiência auditiva".
- HIPOPLASIA COCLEAR (fig 7)
A hipoplosio cocleor represento aproximo-
domente 15% dos malformações congénitos do
ouvido interno. Deve—se à suspensão do desen-
volvimento por volta do óº semana de ges-
tação, aparecendo o cóclea só com uma espi-
ro, ou menos.
O vestíbulo e os canais semicirculores estão
desenvolvidos, mos tipicamente deformados.
Apresento potencialidades poro a candidatura
à colocação do implante cocleor, desde que os
restantes estudos electrofisiológicos demonstrem
viabilidade auditivo poro fol.
-DEFORMIDADE DE MONDINI (fig 8)
Troto-se do malformação mois frequente e
mais conhecida do ouvido interno resultando
dumo agressão por volta do 79 semana de ges-
tação.
Constitui cerco de 55% dos malformações
congênitos do ouvido inferno. Nesta situação o
cóclea só tem uma espira e meio, sendo o espi-
ro completo o basal, cuia presença é neces-
sório para o diagnóstico. _
Tal como o hipoplosio cocleor, não constitui . _ ~ '
uma contro-indicoçõo poro o implante COCIeCIr,
FIG IO-SÍNDROMEDOAOUEDUCTO vssmuwz GRANDE.
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