Page 78 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 60. Nº3
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Tabela 7
          Procedimentos cirúrgicos efetuados

                                                                              Frequência    Percentagem
          Traqueostomia                                                           164            38,8
          Drenagem abcesso                                                        77             18,2

          Controlo de hemorragia após cirurgia/biópsia                            63             14,9
          Remoção de corpo estranho                                               22             5,2
          Cirurgia otológica                                                      21             5,0
          Cirurgia nasal                                                          18             4,3
          Cirurgia orofaríngea                                                    16             3,8
          Drenagem de hematoma/piohematoma septal                                 14             3,3
          LES                                                                      8              1,9
          Controlo de epistáxis                                                    7              1,7
          Revisão de traqueostomia                                                 5              1,2
          Encerramento de laceração/deiscência                                     3             0,7
          Biópsia incisional/excisional                                            2             0,4
          Cervicotomia exploradora                                                 2             0,4
          Colocação de SNG                                                         1             0,2

          Total                                                                  423            100,0
          Nota: LES - laringoscopia em suspensão; SNG - sonda nasogástrica.

          Figura 3
          Evolução dos quatro principais procedimentos cirúrgicos


























          de revisão da hemostase pós-operatória foi        abaixo dos 5 por ano, com um pico em 2017 (n=4).
          oscilando, com um pico em 2016 (n=15). Em         Em 2011 não houve nenhum caso; o número
          2017 não houve nenhum caso; a drenagem de         de  traqueostomias  cirúrgicas  apresentou  um
          abcessos  apresentou  uma  evolução  oscilante    aumento entre 2010 e 2014 (n=9 para n=18), com
          ao longo dos anos, com um pico em 2013 (n=1);     um posterior decréscimo até 2017 (n=6). Em 2018
          a  remoção  de  corpos  estranhos  da  área ORL   observou-se um novo aumento (n=18). O pico foi
          apresentou uma evolução regular, sempre           observado em 2020 (n=29).



     234  Revista Portuguesa de Otorrinolaringologia - Cirurgia de Cabeça e Pescoço
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