Page 28 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 38. Nº3
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VHOQ M. CAQDOSO, ANABHA ANÍUNÍ $, AGOSÍINHO SANCHES, ?AUSTO SANÍOS ‘ERNAND! S
regiões adjacentes podc cºndicionar mani- () tratamento deve mns'wtir em cirurgia com
festações clínicas variadas: alterações oftal- ampla cxércsc dc tecidos moles c (macas cnvolvi-
mologiczm (pmptosc. diminuição da acuidade dos. ;waiado dc anfotericina B na dose de H 5
visual. abccsw) orbilzirio). alterações ncurolo mg/kg/dia l8. l5. ISI; nos docntcs ncutropénicos
gicas (ccrcbritc, abccxso cerebral. meningite). está indicado transfusão de glóbukm branms.
alterações do palato duro c fowl infratcmpo () prognóstico (- maulll. scndo frequente as
ral. multiplas recidivas. A administração de ccto-
A aspcrgilosc invasiva fulminante (' uma conazol ou itraconazol P.(). está rccomcndada
doença rápidamente progressiva. frequente- para prevenção da recidiva. scndo conveniente
mcntc associada a docmcs ncutropénicos, a realização de 'l'(I pós—opcrau'nia ao l" més c.
com picos febris. caracterizada por extensa posteriºrmente dc 5/5 on 4/4 meses. para
mucopcriustcitc nccrusantc rino-sinusal c deleção prccocc da mesma |l9l.
osms da face. Apresenta como característica
patognumónica. :] rinoscopia anterior, presença Conclusões
de crosta sohrc região nasal parcslética com
]. A aspcrgilosc nasusinusal (- uma doença
mucosa gangrenosa. mais especificamente na
com várias formas dc expressão clinica.
cabeça do comeu) inferior. () docnlc poderá
Z. A forma não invasiva assume habitual-
também apresentar critcma/cdcma da face. lesão
mente um contexto clinico dc sinusite crónica
necrotic! do palato duro e alterações oculares c
ou recidivante. geralmente unilateral. resistente
do SNC ll-íl.
ao tratamento médico com antibiolcrapia c
() diagnóstico da aspcrgilosc invasiva faz-sc
corticotcrapia.
mcdianlc exame histológico do tecido Icsado,
:S. A doença não (' exclusiva dc docmcs imu—
atrªvés de visualimção de fragmentos fúngicas
nodcprimidos on com outros factores prcdispo
cum hifas invadindo a mucosa. submumsa, om)
ncmcs (estes estão mais associados à forma
ou estruturas contíguas. A 'l'(I avalia a extensão
invasiva).
da doença; a remºdelação c/ou erosão ossca
45. ()s mcios auxiliares de diagnóstico
sinusal são alterações possivcis dc estarem comprccndcm o cstudo anatonurpatologico
presentes. mas incspccificus. A RM é mais
para diagnóstico dcfinilivo c a 'l'(I dos SPN para
sensível que a TC na identificação de doença avaliação da extensão da doença c decisão
fúngica dcvido aus clcmcmus fcrromagnéticos
terapêutica. A RM dcvc scr considcruda nas
(Fc. Mg. (Ia) dentro dos aglomerados fúngicas formas invasivas.
lraduzidos por hiposinal nas ponderações T] C S. () tratamcmo (' essencialmente cirúrgicu.
T). Pur outro lado. :1 RM complementa a A terapêutica médica amifúngica está indicada
avaliação da cxlcnsãn orhilária c cndm'rancana na forma invasiva.
da doença. scndo pnrticulurnwntc útil na (>. () prognostico é variável. com recorrência
dcnniçãu do atingimento intra/cxtradural da possivcl na forum alérgica. rara no aspcrgiloma
lesãol ló. l7, 2| I. c frequento: nus formas invasivas.
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