Page 7 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 41. Nº2
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Rm: Purl. ()RL. n. " 41. n. º 2. ................. 1101/10 2003        E © IT© Rv? AL





            EDITORIAL
















               Decidimos tonscrever o nosso intervenção no cerimónia de oberfuro do Congresso
            do Cinquentenário como editorial do presente número do Revisto:


                  Quando oos dezassete dios do més de moio de I 952, no Solo de Sessões do
               Secção Regional de Lisboa, da Ordem dos Médicos, pe/os 22 horas, conforme rezo
               o Acic nº 7 do Sociedade, se reuniu um significativo grupo de Oforrino/oringo/ogis-
               fas para o époco e de que oindo existem felizmente alguns sobreviventes, o fim de
               elegerem o lº Direcção para o biénio 1954-7955 do Sociedade em formação, o
               qual viria o ser oficialmente constituída por despacho ministerial de 78 de Junho de
               7953, poucos seriam capazes de pensar que meio século depois, estaríamos hoje o
               festejar esfo efeméride com simplicidade, mas com orgulho no caminho percorrido.
                  No verdode, o Sociedade Portuguesa de Oforrino/oringo/ogio e de BroncoEsofo—
               gologio que então se formou e que posteriormente se chamou Sociedade Portuguesa
               de Oforrino/oringo/ogio e Patologia Cérvico—Fociol, Associação Portuguesa de Oror-
               rino/aríngo/ogia e Cirurgia Cérvico—Focio/ e mois recentemente Sociedade Portuguesa
               de Oforrinoloringo/ogio e Cirurgio Cérvico-Fociol, desempenhou ao longo de 50 anos
               importante papel no agregação dos Oforrinos, no seu me/hor conhecimento, no esfo
               belecimenro de muitas amizades, no progresso científico dos seus membros, mmo
               melhor prática médico, no desenvolvimento do País ofrovés dum so/ufor intercâmbio
               de visifos de colegas estrangeiros o Portugal e dos frequentes visitas de trabalho dos
               portugueses aos mois voriodos países do mundo, Ievondo sempre um pouco do que
               constituiu intrinsecamente o nosso identidade nociono/.
                  Só isfo justificaria amplamente o criação do nosso Sociedade, nos se esfo só ao
               fim de 8 onos reo/izou o seu Iº Congresso Nacional e teve naturais dificuldades de
               crescimento, ofé porque os seus membros eram poucos, nos Ú/fímas décadas veio o
               crescer significofivomenfe, acompanhando o progresso que proporcionou omp/os
               trocas de conhecimentos otrovés dos reuniões que por fodo o mundo se foram multi-
               plicando, pelo desenvolvimento dos novos tecnologias, pe/o ropidez do informação,
               pelo investimento no componente do investigação, pelo desenvolvimento do mercado

               farmacêutico e seus investimentos, pe/o o/deio global em que o mundo dos nossos
               dios se transformou.
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