Page 14 - Revista Portuguesa - SPORL - Vol 38. Nº3
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PEDRO LOPES DA MAIA, NILA GODINHO, ANGELA GASPAR, VIRGINIA LOUQHRO, BERNARDINO MOI?! IRA,
      JOAQUIM ABREU NOGUEIRA, CARlOS CANAS FERREIRA, JOSE ROSADO PINK)




      fluorcscêncía [4]. Ta] como para o Phadialop® a    negativo (V l’N) é dcfinidu mmo a pmpurçãn dc

      positividade ou negatividade (' determinada        vcrdadcims negativas (V N) entre todos os resul-
      quando os rcsultadm dn cm'ms'ão de fIlmrcscência   tados negativos. Para :1 determinação da
      da amostra se encontram respectivamente acima      sensibilidade, especificidade. vakn'cs prcdictivus
      ou abaixo do valor de um som dc referência. cx—    e eficiência fumm utilizadas as seguintes fórmulas":
      prcssanúrsc em unidades de fluurcscéncia | 1 2|.
                                                         S=     Vl)  xl()()        E=    VN     x100
      V. Análise dos tmltados                                VP + ['N                  VN + I-"P

         A sensibilidade (S) é dcfinida pela proporção
                                                         VPP=     VP    x100    VPN= _Vfl_x l()()
      de resultados positivos do (IA P-Phadiaun;jo cm
                                                                VP+FP                   VN + ['N
      individuos cum patologia alérgica (questio-
      nário) c/ ou testes cutâneos pnrprick positivos.
                                                         Eficiência = VN + Vl’ x HN)
      A especificidade (lí) (' definida pcla proporção
                                                                         'l'olal
      de resultados negativos. em indivíduos sem
                                                         Resultados
      patulugia alérgica (questionário) c/ou tcslcs
      cutâneos negativos. A eficiência dcfmc—sc como        As crianças observadas nu consulta de ()Rl.
      a pmporção de crianças correctamente classi-       du Hospital dc Dona Estefânia foram. na sua
       ficadas (crianças" utópicas" um] (IAP-l’hadialnpx'  grande maioria. enviadas pelo média) de
       [x)sitivu. crianças“ não utópicas mm (IAP-l’hadiu-  familia (”5.1"”) conforme documentado nn
       [up R negativo) entre todas" zm crianças" estudadas.  lahcla l. Não se encontraram diferenças quantu
       () valor predictivo positivo (V PP) (' dcfinidu comu  :] prevalência de positividade pelo (IAP—Pha—
       a pmpnrção dc vcrdadcims positivos (VP) entre     diutnfi10 considerando as várias entidades que

       todos os rcsultadus positivos. () valor predictivo  cnvinmm a csla umsullu as crianças observadas.
                                                  Tabela!

         cum                                 1)          %           Phadiatopôm               %


         Médico de família                  147         75.4               58                 39,5

        ÁíScrvíçoshoíqgitglares ' wmª" “ib“? '          103 “ É ' ' 7 " _ 3W *A”? “ _ _ 35.6 '

        ' KÁEdi-éinaupi'iúda _  * -     - Ti             56                4                  36.4

          W'Efópm                  » “A      11          5.6   W '         4            ª     36.4
                                                         3:}         .__ “2"— ª ***—35,73“ "

          Serviç_o—deUrgeAx—17cfiad "_"—H _6. _.


                                            195
                                                                           75
                                                        100
                                                                                              38.5
          Total

       Origem dos doentes observados na (.‘unsullu (Iv ()RI. (' rvs/wcmw [n'al'ulénciu dv ]msilil'idmlv du (.".»l I’-
       Phadialn/no
             162,_,,.                    ra»
   9   10   11   12   13   14   15   16   17   18   19